• Dicas

    Ternos de lã fria jamais devem
    ser lavados a água, mas sempre a seco,
    tecnologia que garante maior durabilidade
    ao tecido, pois desengordura,
    desengraxa e mantém seu brilho

    No guarda-roupa masculino, um dos itens mais chiques e sofisticados são os ternos de lã fria, da família Super 100′s, Super 120′s e Super 150′s. A lã fria é um tecido isolante térmico – muito agradável para ser utilizado em qualquer época do ano –, que proporciona a confecção de ternos de qualidade, com versatilidade e caimentos perfeitos, uma matéria-prima que pode ser comparada aos melhores tecidos italianos e ingleses. Os ternos de lã fria, entretanto, exigem cuidados especiais, ou seja, necessitam de tratamentos diferenciados para a sua conservação: precisam ser lavados a seco, em lavanderias especializadas, que utilizam esse tipo de tecnologia.

    “Se um terno de lã fria for lavado com água, ele está irremediavelmente perdido”, explica Maria Alzira Linares, diretora-executiva da Lavasecco, que acrescenta que a limpeza a seco proporciona maior durabilidade à lã fria, pois desengordura, desengraxa e mantém o brilho desse tipo nobre de tecido. É que as máquinas importadas que utilizam esse tipo de tecnologia permitem, por exemplo, o controle do solvente e da temperatura, geralmente mais baixa para secagem, o que preserva muito mais a fibra. Assim, o ideal é sempre lavar o blazer e a calça juntos, a fim de evitar a diferença nas cores. “É que pode ocorrer de o usuário, tradicionalmente, lavar mais vezes as calças em comparação ao número de vezes que envia o blazer à lavanderia, o que acaba provocando diferença na tonalidade de ambas a peças”, observa.

    Para ela, a periodicidade da limpeza a seco e tratamento de um terno de lã fria vai depender da frequência do seu uso. “Sugerimos que a cada quatro ou cinco vezes de uso o terno de lã fria seja encaminhado à lavagem a seco”, aconselha. E lembra que a entretela de um terno de lã fria – seja um Super 100′s, Super 120′s ou Super 150′s – é feita de lã, sendo fixada com costura manual ou colada com uma resina específica. Ou seja, o mistério de um terno bem cortado, bem feito, bem estruturado, é o forro, que é de lã, uma matéria-prima que em hipótese alguma pode ser lavada a água.

    Desse modo, após passar pelo processo de limpeza a seco, o terno de lã fria vai para outra etapa fundamental para a sua conservação: a passadoria. “Não se deve, por exemplo, passar a lapela chapada, pois quebra-se a entretela”, adverte Maria Alzira, lembrando que esse tipo de peça masculina, ao ficar sob os cuidados de uma passadoria adequada, com qualidade diferenciada, vai garantir não só um caimento e uma apresentação visual incomum, mas principalmente a conservação da peça como um todo. Portanto, o conjunto limpeza a seco/passadoria eficiente garante uma vida útil muito maior aos ternos de lã fria da família.

    Roupas Masculinas: dicas rápidas para um bom visual


    - Terno combina mesmo com sapato de sola de couro.

    - Não queime o filme, sapatos pretos são usados basicamente com calças pretas, cinzas e azuis.

    - Sapatos marrons são mais versáteis, além do jeans combinam até com marinho.

    - As meias devem estar numa tonalidade intermediária entre o sapato e calça, meias atoalhadas de esportista só com tênis mesmo, se você faz o estilo moderno, até pode abolir as meias, hoje em dia a moda permite e lhe acrescenta um toque sensual.

    - A barra da calça ideal fica dois dedos acima da sola.

    - Se estiver acima do peso, cores escuras vão disfarçar, não use nada nem muito justo nem muito largo, “no corpo” mesmo.

    - Invista em roupas básicas, de boa qualidade e com cores neutras (pretas, brancas e cáqui), você vai demorar mais para se encher delas, mesmo usando muito.

    - Lembre-se, toda regra tem suas exceções, na dúvida não ultrapasse, opte sempre pelo clássico e pela simplicidade. Menos é mais como já avisou Mies van der Rohe.

    Fonte: Irenes

    Gravata How-To: Como dar nó em gravata sem se enrolar – em dicas simples

    Você não precisa passar por aperto na próxima vez que precisar usar uma gravata – basta seguir algumas dicas e você se sentirá tão seguro de si quanto qualquer um dos demais candidatos à vaga, tão elegante quanto qualquer um dos outros convidados da formatura, e tão à vontade quanto os demais padrinhos do casamento ;-)

    O Efetividade.net não é um site de moda, e francamente eu seria a última pessoa para dar conselhos sobre estilo de vestuário para qualquer um de vocês. Mas o meu trabalho exige que eu use gravata regularmente, e com isso eu percebi que uma operação aparentemente tão difícil e complexa como dar o nó na gravata pode se tornar corriqueira, bastando estudá-la, compreendê-la e praticá-la – mais ou menos como a maior parte das técnicas que nós usamos no dia a dia.

    Eu acredito no Fernando de Barros (consultor de moda masculina da Playboy), que disse, em resposta a um leitor que queria saber algo sobre gravatas-borboleta: “Se esse for o seu estilo de vestir, não se preocupe com o que os outros dizem e nem se vai parecer estranho ou não. A moda é uma questão de gosto pessoal”.

    Portanto não siga como se fossem dogmas as dicas que vêm a seguir, e foram colhidas em sites e livros sobre o assunto (alguns deles referenciados ao final). São apenas 10 dicas para que você dê seus primeiros passos – com efetividade, é claro – nas próximas vezes em que uma ocasião social ou profissional exigir o uso da gravata. Mas depois crie ou escolha seu próprio estilo!

    • 1. Acerte nos componentes: Para não errar, nas situações em que você acha necessário usar uma gravata, use também o sapato social, o terno e a camisa de manga comprida. Outras combinações são até possíveis, mas não são para principiantes.
    • 2. O mix correto: Você pode usar uma gravata “diferente” (estamos falando de cores, e não em estampas do Mickey aqui…) se quiser passar uma mensagem – ela não precisa combinar com as cores da roupa. Mas se estiver em dúvida, combine a cor da gravata primariamente com a do terno, e faça contraste com a cor da camisa.
    • 3. Acerte o comprimento da gravata: Quando você estiver de pé e relaxado (na postura com que você caminha), a ponta da gravata deve tocar ou no máximo cobrir a fivela do seu cinto. Abaixo ou acima disso você vai chamar a atenção de forma negativa. Dê uma olhada em algum filme antigo dos Trapalhões e você vai entender.
    • 4. Não se aperte: em geral, a sensação de aperto no pescoço quando se usa gravata não é causada pelo nó da gravata, mas sim pelo colarinho mais apertado do que devia. Para evitar, escolha bem as suas camisas! Quem usa colarinho número 5 em geral consegue abotoar os colarinhos número 4, mas aí passa o evento inteiro sofrendo. Outra dica é caprichar no barbear, e sempre com alguma antecedência.
    • 5. A gravata vem por último. Coloque-a só depois de já ter vestido e ajustado todas as demais peças, incluindo as que são essenciais para a própria colocação da gravata (camisa, calça e cinto).
    • 6. Escolha boas gravatas. As mais formais são lisas (sem estampa ou padrão) e escuras. As de melhor qualidade costumam ser 100% seda. Para não errar, você pode usar sem medo também as de listras coloridas (geralmente diagonais), e as de padrões repetidos (bolinhas, texturas…) – mas neste caso, quanto menor o detalhe do padrão, melhor.
    • Referências

    Conheça os símbolos

    As peças de roupas têm etiquetas que ajudam na hora de lavar e passar. Os símbolos foram estabelecidos pela Associação Brasileira de Normas Técnicas e fornecem informações sobre os cuidados que devemos ter com as peças para deixá-las sempre bonitas e conservadas.

    - Triângulo com símbolo “Cl”: significa que a roupa pode ser alvejada com produtos a base de cloro;

    - Triângulo Cruzado (ao contrário do símbolo acima): você não deve alvejar suas roupas com cloro;

    - Tina de lavagem: suas roupas podem ser lavadas com água, a tina pode vir acompanhada da descrição da lavagem (à mão ou a máquina), temperatura da água, método de extração da água e a intensidade da agitação na hora de lavar;

    - Círculo: as roupas devem ser lavadas a seco, em lavanderias, para não danificar os tecidos;

    - Se aparecer uma barra embaixo da tina ou do círculo: o tratamento deve ser mais brando, pois a peça é delicada e exige cuidados especiais na hora de lavar, secar e passar;

    - Tambor cruzado: não é recomendado lavar a peça a seco;

    - Quadrado: é o processo de secagem após os procedimentos de lavagem;

    - Ferro de passar: significa que as roupas podem ser passadas a ferro. Números como 1, 2 ou 3 colocados no símbolo “ferro de passar” indicam o nível máximo de temperatura do ferro para cada roupa;

    - Ferro de passar cruzado: não se deve passar a ferro e nem usar procedimentos a vapor.

    Seguindo essas orientações você não tem surpresas desagradáveis com suas roupas!